quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Portfólio virtual !

Alunas: Andressa Oliveira, Elis Lima, Isabella Liberato e Raphaela Rebello.

 Portfólio Virtual

O portfólio virtual é um jeito de conservar, organizar e expor as atividades desenvolvidas em sala de aula, para que os pais e responsáveis possam acompanhar online o desenvolvimento dos alunos. É comum ouvirmos falar de portfólio profissional, geralmente feito em pastas, onde as pessoas reúnem todas as suas produções para utilizar em entrevistas de emprego, por exemplo. O que poucos consideram é que este formato de arquivo não fica restrito só a isso, mas trata-se de uma estratégia que pode ser muito valiosa na área educacional. Esta forma de registro “organizado” permite um melhor acompanhamento do desempenho dos estudantes, fazendo com que a avaliação não aconteça apenas ao final, mas que considere todo o desenvolvimento e a participação durante a aplicação do projeto.

Um jeito educativo, interessante e criativo da utilização do blog no cotidiano escolar da educação infantil, é dos exercícios de casa serem feitos online, assim, seriam postadas atividades duas vezes na semana, para os alunos fazerem virtualmente, assim, os pais e responsáveis ficariam atualizados e por dentro desta vida escolar de seus filhos de acordo com o conteúdo, e as crianças se interessariam mais, e desenvolveriam também as noções da atualidade, informática e o mundo digital e inovador.
Exemplo:
Olá, tudo bem? Espero que sim. :D

Aqui vai uma atividade divertida, e super interessante, vamos lá?!




Biblioteca digital

Alunas: Andressa Oliveira, Elis Lima, Raphaela Rebello e Isabella Liberato

Biblioteca Digital
O conceito de biblioteca digital (ou biblioteca virtual) estende o da biblioteca convencional
 incorporando um conteúdo interdisciplinar que envolve informação digital e formas de sua
 definição, aquisição, organização, gerenciamento e disseminação através de redes de
 comunicação global. Uma biblioteca digital não é caracterizada apenas pelo fato de lidar com
 coleções de itens de informação na forma digital, chamados neste trabalho de objetos digitais.
 Esta pode ser concebida como uma coleção de serviços e recursos, usualmente distribuídos, e
 que atuam sobre informações digitais.
É a biblioteca constituída por documentos primários, que são digitalizados quer sob a forma material (disquetes, CD-ROM, DVD), quer em linha através da Internet, permitindo o acesso à distância. Este conceito inclui também a idéia de organização composta por serviços e recursos cujo objetivo é selecionar, organizar e distribuir a informação, conservando a integridade dos documentos digitalizados.
Segundo Leiner (1988), "Uma Biblioteca Digital é a coleção de serviços e de objetos de informação, com organização, estrutura e apresentação que suportam o relacionamento dos utilizadores com os objetos de informação, disponíveis direta ou indiretamente via meio electrónico / digital."
Uma Biblioteca Digital permite o acesso remoto através de um computador com ligação em rede e, ao mesmo tempo, a sua utilização simultânea por diversos utilizadores, onde estes podem encontrar em suporte digital os produtos e serviços característicos de uma biblioteca física. Através dela é também possível utilizar de forma integrada diferentes suportes de registo de informação (texto, som, imagem).
As Bibliotecas Digitais eliminam as barreiras físicas e a distância, fatores que desde sempre limitaram o âmbito das bibliotecas físicas – biblioteca sem muros. Porém, estas bibliotecas sofrem de outros tipos de limitações, nomeadamente a nível da sua temática.
Assim, a Internet, meio por excelência de transmissão da informação neste contexto, comporta diferentes aspectos únicos, como sendo a capacidade de memória, a transportabilidade e a ubiquidade da informação.


Exemplo de atividade a ser desenvolvida usando a biblioteca digital;

A cada semana, seria proposto uma leitura online, onde com a participação dos pais, seria realizado a leitura do livro proposto, com o objetivo de inserir os responsáveis no conteúdo que esta sendo trabalhado e tornar as aulas mais interativas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Portifolio

O que é um Portfólio Virtual?


O portfólio digital pode ser usado na educação para registrar todo o processo de desenvolvimento de uma atividade ou projeto, valorizando a atuação do professor e a aprendizagem significativa do aluno.

Portfólio é o nome dado ao conjunto de trabalhos de um profissional, organizado de forma que possa ser exposto.É comum ouvirmos falar de portfólio profissional, geralmente feito em pastas (arquivo físico), onde as pessoas reúnem todas as suas produções para utilizar em entrevistas de emprego, por exemplo.O que poucos consideram é que este formato de arquivo não fica restrito à esfera empresarial, mas trata-se de uma estratégia que pode ser muito valiosa na área educacional.

Quando olhamos para maneira como funcionam as instituições de ensino, percebemos que é comum o professor – ou a equipe pedagógica – manter um arquivo com alguns trabalhos dos alunos e, principalmente, com os planos de aula. Então, a proposta é, ao invés de manter arquivos isolados com algumas produções, criar um portfólio digital educacional, onde o professor irá fazer o registro de cada etapa de desenvolvimento de um projeto ou atividade escolar, em ordem cronológica.

O registro inclui objetivo, desenvolvimento e metodologia de trabalho, e deve incorporar as produções dos alunos.Esta forma de registro “organizado” permite um melhor acompanhamento do desempenho dos estudantes, fazendo com que a avaliação não aconteça apenas ao final, mas que considere todo o desenvolvimento e a participação durante a aplicação do projeto. Ao término do processo, o portfólio estará pronto e as experiências podem ser compartilhadas e difundidas fora da escola.

O portfólio pode ser dividido por disciplina ou por projetos, pode ser da escola ou individual (de cada professor) e, muito importante, os alunos podem criar seus portfólios, ou seja, organizar suas produções em um arquivo de atualização constante, durante toda sua trajetória escolar.A criação do portfólio possibilita uma reconstituição de experiências, uma avaliação permanente do trabalho do próprio professor e uma visão do que pode ser melhorado nas práticas pedagógicas para tonar o ensino mais significativo e a aprendizagem mais efetiva aos alunos.

Hoje, temos a possibilidade de criar portfólios digitais em softwares gratuitos que permitem a inserção de textos, imagens, áudios e vídeos, deixando o arquivo mais dinâmico e fácil de ser divulgado.


A proposta do grupo seria de apresentar formas de trabalhos e avaliações mensalmente em sala de aula, mas somente demonstrativo, não montado com os alunos.



Ana Paula, Bianca Mello, Leidiane, Leticia, Raquel Basil, Vitória Lau.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

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http://www.escolalasalle.com.br/portfolio.htm
Através desse link vocês poderão ter acesso a um trabalho de portfólio virtual desenvolvido para o 1º ano, nossa turma de alfabetização, e perceberão como são postados os trabalhos e projetos.

domingo, 30 de novembro de 2014

Biblioteca Digital

O que é uma Biblioteca Digital?


Biblioteca digital (também conhecida como biblioteca online, biblioteca eletrônica, biblioteca virtual ou mediateca) é a biblioteca constituída por documentos primários, que são digitalizados quer sob a forma material (disquetes, CD-ROM, DVD), quer em linha através da Internet, permitindo o acesso à distância. Este conceito inclui também a ideia de organização composta por serviços e recursos cujo objetivo é seleccionar, organizar e distribuir ainformação, conservando a integridade dos documentos digitalizados.

Segundo Leiner (1988), "Uma biblioteca digital é a colecção de serviços e de objectos de informação, com organização, estrutura e apresentação que suportam o relacionamento dos utilizadores com os objectos de informação, disponíveis directa ou indirectamente via meio electrónico / digital."

As bibliotecas digitais eliminam as barreiras físicas e a distância, factores que desde sempre limitaram o âmbito das bibliotecas físicas – biblioteca sem muros. Porém, estas bibliotecas sofrem de outros tipos de limitações, nomeadamente a nível da sua temática.


Proposta: 

A proposta do grupo seria que bimestralmemte fosse registrado atividades da turma de acordo com seu desenvolvimento através se fotos, e que fossem postadas em um lugar público on line, como em um blog que serviria como uma biblioteca para pais, diretores, coordenadores e  outras professoras também interessadas acompanharem o trabalho realizado.  A cada postarem teria uma pequena dissertação sobre o que foi trabalhado e como.  Isso seria um meio de comunicação rico em idéias e informações. E seria acessível para uma grande maioria, e simples.



Grupo: Ana Paula, Bianca Mello, Leidiane, Leticia, Raquel Basil e Vitória Lau.

Prô… como posso ajudar meu filho, que começou a ler?

COMO AJUDAR FILHO COMEÇOU A LER.fw

Nós, leitores, podemos ser classificados em tipos variados, de acordo com nossa fase de leitura. Mesmo leitores fluentes têm fases!
Uma das fases mais importantes de leitores, contudo, é certamente a iniciante. Consideremos fase de leitor iniciante aquela criança – ou mesmo pessoa de outra faixa etária – que descobriu que ao juntarmos letras temos palavras e essas palavras possuem um significado em nossa língua.
Não parece, mas é algo complexo! O iniciante tem que juntar as letras, formando sílabas, juntar as sílabas, formando palavras, notar a palavra que essa espécie de quebra-cabeça forma e ainda por cima interpretar. Ler palavras – ou frases – é a primeira forma de interpretação leitora das pessoas. Se essa fase não for bem trabalhada, mais tarde certamente o leitor terá problemas ao interpretar textos.
Para ajudar, veja que interessantes as 5 dicas a seguir, para ajudar seu filho, que é um leitor iniciante, a ler livros com você… ou parte deles.
1 – Encoraje a criança a utilizar o dedo para nortear a palavra que está lendo – em fases mais avançadas de leitura nossos olhos fazem verdadeiras acrobacias para ler. Nesta fase inicial, porém, o mais correto é que nosso olhar seja linear. A leitura com o dedinho ajuda muito!
2 – Leia frases e peça que a criança repita, mostrando o que foi lido – o acompanhamento da leitura é importante. Novamente, o dedo ajusta a leitura. O fato de já saber o que está escrito e apenas repetir não é problema! Na verdade, neste tipo de atividade, a criança treina interpretação pura.
3 – Peça ajuda quando estiver lendo – ao ler um texto, quando houver palavras mais fáceis ou quando notar que a criança consegue ler determinada parte, peça ajuda. Notar que ela é capaz de ler e ajudar você irá desenvolver a confiança em si mesmo, o que é altamente relevante para os bons interpretadores.
4 – Entre as páginas lidas, converse sobre o enredo – ao fazer perguntas e comentários durante a história, você estará treinando a interpretação. Pergunte o que acha que acontecerá a seguir, como acha que o personagem se sentiu, questione qual a opinião da criança sobre determinado acontecimento. São itens de interpretação que podem ser trabalhados oralmente nesta fase e farão grande diferença no futuro.
5 – Não se importe de ler várias vezes – a repetição cria confiança. Quanto mais a criança ler o livro, mais confiante ficará em sua leitura.
Essas são dicas que podem auxiliar os pais que desejam ajudar os filhos em casa, nesse processo tão curioso que é a aquisição de habilidades de leitura. Você,professor, pode usar este artigo como formação, para reuniões pedagógicas e também para reuniões com os pais. Orientar nunca é demais!

O que faz os pais gostarem do professor?

o que faz os pais gostarem do professor.fw

Trabalhei em sala de aula por muitos anos e passei por muitas fases de relacionamento com os pais dos alunos. Tive experiências até bem aprofundadas em alguns anos que me ajudaram – e muito – a conquistar os melhores aliados que poderia ter na aprendizagem das crianças: os responsáveis.
Se você pensar bem, são os pais ou responsáveis quem mais ficam com seus alunos quando não estão com você e são exatamente eles que podem lhe auxiliar bastante no desenvolvimento dos alunos. Quanto mais você conhecer os pais/ responsáveis e o aluno, melhores serão os resultados de sua turma.
Ah, sim! A resposta à pergunta título da postagem… uma única coisa faz os pais gostarem do professor: quando o professor REALMENTE conhece seu filho.
O problema, na verdade, não está em conhecer e sim em mostrar que você conhece. Não adianta você conhecer bem a criança e o responsável não saber disso, afinal de contas, propaganda é a alma do negócio, como diz a linguagem popular.
A experiência mais profunda que tive em relação aos pais foi quando trabalhava em uma turma de primeiro ano. Não tinha ainda muitos anos de experiência como polivalente, pois anteriormente lecionava idiomas.
Os pais estavam literalmente me deixando doida, pois os alunos faziam parte de uma experiência do município no qual a classe ficava em uma escola de educação infantil, porém era de primeiro ano – muito antes da implantação dos nove anos do Fundamenta. Acho que foi em 1.999 ou 2.000.
As dúvidas eram muitas e diariamente eu me atrasava para meu segundo período de aula, que era em uma outra escola, para poder responder aos questionamentos dos pais na hora da saída. Foi então que percebi algo importante: insegurança e falta de conhecimento. Insegurança por seus filhos fazerem parte de uma experiência municipal e falta de conhecimento sobre como era a vida dos alunos na sala de aula.
Fiz então uma proposta à direção da escola, que aceitou, e fizemos uma reunião extra com os pais. A proposta: uma vez por semana, durante apenas uma hora, cinco pais/responsáveis iriam à escola, no início do período de aula, para ficar com um grupo de crianças e fazer uma lição com eles, orientando.
A princípio, as lições eram feitas por mim. Estava trabalhando com poesias e os pais não entendiam, na época, como uma criança que ainda não lia ou escrevia fluentemente poderia ler aquilo. Minha intenção era mostrar como poderiam ajudar em casa e também o quanto eu conhecia os alunos.
A experiência teve um sucesso tão estrondoso, que foi, naquele ano, adotada por mais duas turmas. Os pais que participaram da primeira parte da experiência notaram, com grande surpresa, que eu sabia exatamente como cada criança deveria ser questionada e que eu tratava de forma diferenciada cada um dos alunos, de acordo com suas necessidades de aprendizagem. Além disso, aprenderam a questionar as crianças para resolver as atividades em lugar de ditar respostas prontas para elas.
Uma segunda reunião de pais foi marcada e os pais que participaram das aulas contaram suas experiências, deixando os demais mais seguros e com maior confiança em meu trabalho. A segunda parte da experiência foi sugerida por uma mãe: não poderíamos nós mesmos trazer algo para fazer com as crianças?
A sugestão foi aceita e uma reunião com outros cinco responsáveis foi feita. A nova experiência seria trabalhar com algo híbrido: parte trazida pelos pais e parte feita por mim. Com base no que os pais planejassem, eu fazia uma lição para finalizar o trabalho, que ficou estabelecido em uma vez por semana, durante um mês, por duas horas.
A experiência total virou uma apresentação no município, feita pela direção e pela coordenação, com depoimentos meu e dos pais tanto que participaram quanto dos que ficaram de expectadores. A conclusão da satisfação com o ensino era sempre a mesma: a professora sabe o que está fazendo/ a professora conhece muito bem os alunos.
A partir de então, não fiz mais algo tão profundo, mas sabia resposta para a pergunta que iria determinar o meu futuro na sala de aula como alguém que sempre busca uma educação melhor: o que faz os pais gostarem do professor?
Aprendi que mesmo aquele pai que quase não fala com você, que parece tão distante, precisa de um contato seu. Todos, sem exceção, precisam saber o quanto você conhece o aluno, o filho deles. Não importa se você terá uma palavrinha com eles numa reunião geral de pais, num encontro individual – preferencialmente marcado por você – ou mesmo na saída ou na entrada da aula. O contato é o que importa. São os pais/ responsáveis seus grandes aliados.
Eu considerava tão importante esse relacionamento com os pais, que cheguei a criar uma tabela de preenchimento rápido, com dados das crianças/ pais. Essa era a forma que eu tinha de me aprofundar tanto no relacionamento com as crianças, para compreender como aprendiam melhor quanto na relação com os responsáveis, que sabiam em poucos minutos o quanto eu conhecia meu aluno.
Espero ter, de alguma forma, contribuído com você. Se tiver percebido o quão importante é ter como aliado os pais e conseguir estreitar suas relações com eles, saberá o quanto isso faz a diferença em sala de aula. Você perceberá os avanços e a mudança positiva em suas aulas. As reuniões com os pais serão mais tranquilas e seu trabalho se mostrará ainda mais instigante. Até a próxima!