domingo, 30 de novembro de 2014

Biblioteca Digital

O que é uma Biblioteca Digital?


Biblioteca digital (também conhecida como biblioteca online, biblioteca eletrônica, biblioteca virtual ou mediateca) é a biblioteca constituída por documentos primários, que são digitalizados quer sob a forma material (disquetes, CD-ROM, DVD), quer em linha através da Internet, permitindo o acesso à distância. Este conceito inclui também a ideia de organização composta por serviços e recursos cujo objetivo é seleccionar, organizar e distribuir ainformação, conservando a integridade dos documentos digitalizados.

Segundo Leiner (1988), "Uma biblioteca digital é a colecção de serviços e de objectos de informação, com organização, estrutura e apresentação que suportam o relacionamento dos utilizadores com os objectos de informação, disponíveis directa ou indirectamente via meio electrónico / digital."

As bibliotecas digitais eliminam as barreiras físicas e a distância, factores que desde sempre limitaram o âmbito das bibliotecas físicas – biblioteca sem muros. Porém, estas bibliotecas sofrem de outros tipos de limitações, nomeadamente a nível da sua temática.


Proposta: 

A proposta do grupo seria que bimestralmemte fosse registrado atividades da turma de acordo com seu desenvolvimento através se fotos, e que fossem postadas em um lugar público on line, como em um blog que serviria como uma biblioteca para pais, diretores, coordenadores e  outras professoras também interessadas acompanharem o trabalho realizado.  A cada postarem teria uma pequena dissertação sobre o que foi trabalhado e como.  Isso seria um meio de comunicação rico em idéias e informações. E seria acessível para uma grande maioria, e simples.



Grupo: Ana Paula, Bianca Mello, Leidiane, Leticia, Raquel Basil e Vitória Lau.

Prô… como posso ajudar meu filho, que começou a ler?

COMO AJUDAR FILHO COMEÇOU A LER.fw

Nós, leitores, podemos ser classificados em tipos variados, de acordo com nossa fase de leitura. Mesmo leitores fluentes têm fases!
Uma das fases mais importantes de leitores, contudo, é certamente a iniciante. Consideremos fase de leitor iniciante aquela criança – ou mesmo pessoa de outra faixa etária – que descobriu que ao juntarmos letras temos palavras e essas palavras possuem um significado em nossa língua.
Não parece, mas é algo complexo! O iniciante tem que juntar as letras, formando sílabas, juntar as sílabas, formando palavras, notar a palavra que essa espécie de quebra-cabeça forma e ainda por cima interpretar. Ler palavras – ou frases – é a primeira forma de interpretação leitora das pessoas. Se essa fase não for bem trabalhada, mais tarde certamente o leitor terá problemas ao interpretar textos.
Para ajudar, veja que interessantes as 5 dicas a seguir, para ajudar seu filho, que é um leitor iniciante, a ler livros com você… ou parte deles.
1 – Encoraje a criança a utilizar o dedo para nortear a palavra que está lendo – em fases mais avançadas de leitura nossos olhos fazem verdadeiras acrobacias para ler. Nesta fase inicial, porém, o mais correto é que nosso olhar seja linear. A leitura com o dedinho ajuda muito!
2 – Leia frases e peça que a criança repita, mostrando o que foi lido – o acompanhamento da leitura é importante. Novamente, o dedo ajusta a leitura. O fato de já saber o que está escrito e apenas repetir não é problema! Na verdade, neste tipo de atividade, a criança treina interpretação pura.
3 – Peça ajuda quando estiver lendo – ao ler um texto, quando houver palavras mais fáceis ou quando notar que a criança consegue ler determinada parte, peça ajuda. Notar que ela é capaz de ler e ajudar você irá desenvolver a confiança em si mesmo, o que é altamente relevante para os bons interpretadores.
4 – Entre as páginas lidas, converse sobre o enredo – ao fazer perguntas e comentários durante a história, você estará treinando a interpretação. Pergunte o que acha que acontecerá a seguir, como acha que o personagem se sentiu, questione qual a opinião da criança sobre determinado acontecimento. São itens de interpretação que podem ser trabalhados oralmente nesta fase e farão grande diferença no futuro.
5 – Não se importe de ler várias vezes – a repetição cria confiança. Quanto mais a criança ler o livro, mais confiante ficará em sua leitura.
Essas são dicas que podem auxiliar os pais que desejam ajudar os filhos em casa, nesse processo tão curioso que é a aquisição de habilidades de leitura. Você,professor, pode usar este artigo como formação, para reuniões pedagógicas e também para reuniões com os pais. Orientar nunca é demais!

O que faz os pais gostarem do professor?

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Trabalhei em sala de aula por muitos anos e passei por muitas fases de relacionamento com os pais dos alunos. Tive experiências até bem aprofundadas em alguns anos que me ajudaram – e muito – a conquistar os melhores aliados que poderia ter na aprendizagem das crianças: os responsáveis.
Se você pensar bem, são os pais ou responsáveis quem mais ficam com seus alunos quando não estão com você e são exatamente eles que podem lhe auxiliar bastante no desenvolvimento dos alunos. Quanto mais você conhecer os pais/ responsáveis e o aluno, melhores serão os resultados de sua turma.
Ah, sim! A resposta à pergunta título da postagem… uma única coisa faz os pais gostarem do professor: quando o professor REALMENTE conhece seu filho.
O problema, na verdade, não está em conhecer e sim em mostrar que você conhece. Não adianta você conhecer bem a criança e o responsável não saber disso, afinal de contas, propaganda é a alma do negócio, como diz a linguagem popular.
A experiência mais profunda que tive em relação aos pais foi quando trabalhava em uma turma de primeiro ano. Não tinha ainda muitos anos de experiência como polivalente, pois anteriormente lecionava idiomas.
Os pais estavam literalmente me deixando doida, pois os alunos faziam parte de uma experiência do município no qual a classe ficava em uma escola de educação infantil, porém era de primeiro ano – muito antes da implantação dos nove anos do Fundamenta. Acho que foi em 1.999 ou 2.000.
As dúvidas eram muitas e diariamente eu me atrasava para meu segundo período de aula, que era em uma outra escola, para poder responder aos questionamentos dos pais na hora da saída. Foi então que percebi algo importante: insegurança e falta de conhecimento. Insegurança por seus filhos fazerem parte de uma experiência municipal e falta de conhecimento sobre como era a vida dos alunos na sala de aula.
Fiz então uma proposta à direção da escola, que aceitou, e fizemos uma reunião extra com os pais. A proposta: uma vez por semana, durante apenas uma hora, cinco pais/responsáveis iriam à escola, no início do período de aula, para ficar com um grupo de crianças e fazer uma lição com eles, orientando.
A princípio, as lições eram feitas por mim. Estava trabalhando com poesias e os pais não entendiam, na época, como uma criança que ainda não lia ou escrevia fluentemente poderia ler aquilo. Minha intenção era mostrar como poderiam ajudar em casa e também o quanto eu conhecia os alunos.
A experiência teve um sucesso tão estrondoso, que foi, naquele ano, adotada por mais duas turmas. Os pais que participaram da primeira parte da experiência notaram, com grande surpresa, que eu sabia exatamente como cada criança deveria ser questionada e que eu tratava de forma diferenciada cada um dos alunos, de acordo com suas necessidades de aprendizagem. Além disso, aprenderam a questionar as crianças para resolver as atividades em lugar de ditar respostas prontas para elas.
Uma segunda reunião de pais foi marcada e os pais que participaram das aulas contaram suas experiências, deixando os demais mais seguros e com maior confiança em meu trabalho. A segunda parte da experiência foi sugerida por uma mãe: não poderíamos nós mesmos trazer algo para fazer com as crianças?
A sugestão foi aceita e uma reunião com outros cinco responsáveis foi feita. A nova experiência seria trabalhar com algo híbrido: parte trazida pelos pais e parte feita por mim. Com base no que os pais planejassem, eu fazia uma lição para finalizar o trabalho, que ficou estabelecido em uma vez por semana, durante um mês, por duas horas.
A experiência total virou uma apresentação no município, feita pela direção e pela coordenação, com depoimentos meu e dos pais tanto que participaram quanto dos que ficaram de expectadores. A conclusão da satisfação com o ensino era sempre a mesma: a professora sabe o que está fazendo/ a professora conhece muito bem os alunos.
A partir de então, não fiz mais algo tão profundo, mas sabia resposta para a pergunta que iria determinar o meu futuro na sala de aula como alguém que sempre busca uma educação melhor: o que faz os pais gostarem do professor?
Aprendi que mesmo aquele pai que quase não fala com você, que parece tão distante, precisa de um contato seu. Todos, sem exceção, precisam saber o quanto você conhece o aluno, o filho deles. Não importa se você terá uma palavrinha com eles numa reunião geral de pais, num encontro individual – preferencialmente marcado por você – ou mesmo na saída ou na entrada da aula. O contato é o que importa. São os pais/ responsáveis seus grandes aliados.
Eu considerava tão importante esse relacionamento com os pais, que cheguei a criar uma tabela de preenchimento rápido, com dados das crianças/ pais. Essa era a forma que eu tinha de me aprofundar tanto no relacionamento com as crianças, para compreender como aprendiam melhor quanto na relação com os responsáveis, que sabiam em poucos minutos o quanto eu conhecia meu aluno.
Espero ter, de alguma forma, contribuído com você. Se tiver percebido o quão importante é ter como aliado os pais e conseguir estreitar suas relações com eles, saberá o quanto isso faz a diferença em sala de aula. Você perceberá os avanços e a mudança positiva em suas aulas. As reuniões com os pais serão mais tranquilas e seu trabalho se mostrará ainda mais instigante. Até a próxima!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014





Assim que vocês forem me enviando as atividades finais eu vou passando para os respectivos grupos as notas do 4ª bimestre. Quem tiver dúvidas sobre as notas dos demais bimestres é só fazer contato  comigo por aqui ou por meu e-mail ok?
Queridas(o) alunas(o),

Vamos usar esse espaço para estar trocando arquivos, vídeos, e mais objetivamente, para estar editando os últimos trabalhos de Processos de Alfabetização e Letramento e de Laboratório de Linguagens e Alfabetizações. A pesquisa de PRAL  é sobre biblioteca digital, sua importância e como encontrá-las. Em Laboratório a pesquisa é sobre portfólio virtual; o que espero nessa pesquisa é que vocês definam as funções e aplicabilidades desse portfólio e procurem achar exemplar dele na Web. Qualquer dúvida a gente pode estar conversando por aqui. Então, fico aguardando as postagens das pesquisas de vocês... Ok? Não esqueçam de colocar o nome do grupo... Bjus, professora Vera



Vocês não devem esquecer de que se trata de Projeto, portanto, deve haver objetivo geral e específico, desenvolvimento de uma atividade envolvendo os  temas "Portfólio digital" e "Biblioteca digital", os recursos utilizados e os tempos para aplicação das atividades(se elas serão aplicadas uma vez a cada semana, ou a cada mês, ou a cada bimestre... enfim, qual o planejamento para aplicação) e como se dará a avaliação dos mesmos... Qualquer dúvida podem me contactar aqui pelo blog, ou por meu e-mail dealcantaravera@gmail.com. Bjus e aguardo retorno de vocês.